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O Portal Grandamambo entrevistou o artista Moçambicano “Milles Pro King”, um jovem visionário, polivalente e cheio de energia para levar sua arte além-fronteiras, confira as respostas.

GM: Quem é Milles Pro King?

R: Milles Pro King, é um jovem rapper Moçambicano revolucionário, que tenciona despertar os olhos da sociedade no que diz respeito ao propósito de vida, visto que nos encontramos agregados numa sociedade que não faz tanta questão que alcançar seus objectos pelos trilhos escritos nos pergaminhos do destino, que por vezes leva algum tempo para ser ajustado. Gostamos do imediatismo, de atalhos e isso nem vem a ser um elogio.

GM: No lado da arte, além de rapper, possues mais alguma habilidade? Conte-nos resumidamente a tua história.

R: Sem querer perder a humildade, acho que sou polivalente, porque tudo aquilo que projecto consigo materializar independentemente da área em questão. Sou escritor, compositor, poeta, actualmente proprietário de uma linha de camisetas, e muitas outras coisas que invadem o lado não artístico que procuro reservar.

GM: Quais são as tuas fontes de inspiração?

R: Sou inspirado pela essência da vida, todos os grandes homens indirectamente inspiram-me a fazer o certo, o mesmo acontece com os maus homens, que inspiram-me a não seguir seus rumos.

GM: Para quem não conhece o teu trabalho, podes chutar algumas das tuas músicas ou participações de referência?

R: Ronin EP, Bakemono, NASA e Black Friday são alguns dos trabalhos recentes disponíveis nas minhas contas das redes sociais que provavelmente estarão disponíveis no fim da entrevista. Única coisa que peço é que escutem com atenção, porque sou muito detalhista, se deixarem passar uma só palavra por distracção é possível que se perca o teor absoluto na compreensão da musicalidade e do processo Lírico.

GM: Fala-nos sobre o processo de escrita, construção e produção do RONIN EP?

R: Ronin, que tem como significado Samurai sem mestre, surge como uma pequena demostração do que vem aí, falo-vos do meu álbum Bushido. Então nesse âmbito, trouxe Ronin para mostrar alguns lados dos quais gosto de fazer sentir a minha arte, e justamente por ser uma miscelânea de estilos numa só EP, dei esse nome que também vai ao encontro da designação que descreve exactamente como me sinto na terra.

Agora tem o lado da humanidade, e alguns assuntos de extrema importância que temos vivenciado que achei pertinente debruçar um pouco sobre.

GM: Pertences a alguma produtora musical?

R: No momento não, trabalho como minha equipa que é composta por três membros, Dj Flosssy e SuPreMe, esses são os génios que conseguem responder as minhas exigências, percebi que não enumerei o terceiro membro, mas acho que já está mais do que óbvio de quem se trata.

GM: Qual é o teu auge a atingir como artista/rapper?

R: Fazer com que as pessoas vejam a vida com mais empatia e entendimentos, e poder ter condições para cuidar dos meus.

GM: Fazendo uma análise breve como é que achas que o movimento hip hop em Moz se encontra?

R: Sinceramente falando, não estamos na melhor fase, posso ser julgado por isso, visto que sou muito crítico no que diz respeito a arte. Mas se eu não for sincero, deixarei de ser eu, e ninguém pode manipular-me, é justamente por isso que Deus deu-nos o livre arbítrio.

Em termos de potencial, temos muito, mas não sinto a exploração do mesmo, logicamente que há excepções.

Há quem faz boa música, mas contam-se com os dedos. E como há mais criatividade nas cópias, acabamos erguendo uma indústria fechada sem muita inovação. O que chama-mos de inovação cá, costuma a ser uma espécie de produto importado nos países de fora, que quem trás primeiro para cá é visto como pioneiro. Mas, tem surgindo muitos miúdos famintos, coloco minha fé neles.

GM: Ouves Rap angolano? Caso sim. Que artistas são que você nos recomendaria passar a ouvir?

R: Claramente, não tenho como não escutar. Gosto imenso da forma de Estar do NGA. Então ele é quem recomendo.

GM: Já consegues viver da arte?

R: Acredito que sim mas ainda na fase inicial.

GM: Te consideras um dos melhores no que fazes? Por que?

R: Boa Pergunta, ainda a trabalhar muito em mim, quando eu for o melhor ninguém precisará fazer essa questão porque isso será óbvio. Mas se fez essa questão, sinto que é um bom sinal, vou continuar a esforçar-me sem passar por cima de ninguém.

GM: O que que podemos esperar do Milles ainda em 2020?

R: Muita arte audiovisual.

Agradecimentos

Agradecer a Deus em primeiro lugar, minha família, minha equipa de colaboradores, aos meus irmão Ronins, porque são muito mais que um fã clube e por fim ao Granda Mambo, é gratificante saber que nossos irmãos Angolanos nos dão suporte.

Saiba mais sobre o trabalho de Milles Pro King visitando a sua conta no Soundcloud:

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