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A indústria da música usa uma série de classificações para lançamentos comerciais.

Coisas que conhecemos como Álbuns, singles, LPs, EPs, mixtapes, compilações, etc.

À medida que a tecnologia se distancia das mídias originais que lhes deram seus nomes, as definições se tornaram complicadas.

A verdade é que, actualmente, não existem regras ou diretrizes universais e totalmente definitivas para classificar lançamentos.

No entanto, ao obter uma compreensão básica da história dos formatos de áudio e lançamentos comerciais, os indivíduos podem obter uma compreensão fundamental do propósito por trás desses termos e categorias.

A Indústria da Música é volátil, e não existe uma instituição única que “dita” as regras e conceitos.

Isso quer dizer é que você vai ver muitos conceitos ditos de uma forma por uma fonte, e de outra forma por outra, ou seja, pode haver uma certa dispersão em certos conceitos.

Muitas vezes não são “exatos”, não existe nunhum “dono da razão”, mas sim, deve haver um “ponto de convergência” nas ideias.

Porque sim, os conceitos originais existem e estão aí, só que com o passar do tempo novas abordagens foram surgindo.

Sendo assim, aprensetamos abaixo a lista dos principais tipos de lançamentos da indústria da música:

1. ÁLBUM DE ESTÚDIO / LONG PLAY (LP)

O álbum de Estúdio é uma coleção de gravações de áudio gravadas em um estúdio musical e emitidas como uma coleção em disco compacto (CD), vinil, fita de áudio, cassete ou ou outro meio.

Também sãoo chamados de LP, que é o termo técnico para descrever os álbuns de estúdio.

O LP é conhecido por ser o trabalho mais profissional do artista, em geral, possui mais de 10 faixas.

Como nos anos 40/50 o LP era gravado no famoso disco de vinil, por isso podemos encontrar em algumas fontes tratando o vinil e LP como sinónimos (Mesma Coisa).

2. MINI-ÁLBUM / EXTENDED PLAY (EP)

O EP é uma gravação/projecto musical que contém mais faixas do que um single, mas geralmente não é qualificada como um álbum ou LP.

EPs contemporâneos geralmente contêm um mínimo de 3 faixas e um máximo de 7 faixas, e são considerados “mais baratos e menos demorados” para um artista produzir do que um álbum.

Um EP originalmente se referia a tipos específicos de discos de vinil de reprodução padrão de 78 rpm, mas agora é aplicado a CDs de tamanho médio e downloads digitais.

Alguns artistas preferem chamar o EP de “miniálbum” para dar um significado maior ao seu trabalho.

3. COMPILAÇÃO

Uma compilação é normalmente uma coleção de gravações que foram previamente lançadas ao público.

FreqUentemente, as compilações são baseadas em um tema ou categoria.

Por exemplo, as coleções das canções mais vendidas de um artista são frequentemente lançadas em uma compilação “Best of” ou “Greatest Hits” e outras menos conhecidas em “B-Side Collections”.

4. SINGLE

Single é uma faixa que o artista lança como forma de promoção de um projeto mais estendido ou longo.

O nome Single surgiu nos Estados Unidos, é uma palavra do inglês que significa solteira/o, ou solta.
Pela música ser uma faixa solta, daí o nome.

Normalmente o single é aquela faixa que pode ter uma grande expansão comercial, por isso ela é lançada individualmente mas também poderá ser encontrada dentro do álbum depois do mesmo ser lançado.

5. MAXI SINGLE

O Maxi Single são lançamentos duas (2) faixas e tem menos de 30 minutos de duração total.

6. MIXTAPE

A mixtape foi criada como resultado da introdução de cassetes compactas.

Esses pequenos dispositivos revolucionaram o consumo de áudio, permitindo uma gravação e reprodução rápida e portátil.

Tornou-se popular para os usuários gravar músicas e discos de sua propriedade em fitas para criar uma lista de faixas com curadoria pessoal, com objectivo meramente promocional.

Nos primeiros dias do hip-hop, grande parte da música era criada ao vivo, com DJs mixando faixas e adicionando novos elementos à medida que se apresentavam.

Ao gravar essas performances ao vivo em mixtapes e distribuí-las, eles poderiam espalhar seu nome e música de uma nova maneira.

7. ÁLBUM AO VIVO (LIVE ALBUM)

Álbuns ao vivo ou em direto são compostos de performances ao vivo de um artista.

São gravadas na hora e compiladas em um álbum.

8. TRILHA SONORA (SOUNDTRACK)

Uma trilha sonora é uma coleção de gravações usadas em uma produção audiovisual, como um filme ou série de televisão.

9. PROMO

Cópias promocionais dos registros são enviadas para a imprensa e outros indivíduos / organizações selecionados para fins promocionais antes da data de lançamento ao público.

Às vezes, essas cópias serão diferentes da versão lançada comercialmente

10. ÁLBUM CONCEITUAL

Um álbum conceitual é uma coleção em que “as faixas têm um propósito ou significado maior coletivamente do que individualmente”.

Normalmente, esses registros são temáticos.

Os álbuns conceituais datam da década de 1940 com as baladas Dust Bowl de Woody Guthrie.

Um exemplo mais famoso é a Lonelyt Hearts Club Band dos Beatles, Seargent Pepper.

11. COVER ÁLBUM

Um álbum cover é um álbum composto por gravações de músicas lançadas comercialmente por outro artista.

Às vezes, será um artista cobrindo o trabalho de um ou vários outros e, outras vezes, serão vários artistas.

12. DEMO ÁLBUM

Álbuns de demonstração são normalmente criados para uso do músico.

Frequentemente, eles são criados de forma que a obra esteja em uma forma fixa e tangível para os meios de propriedade de direitos autorais.

As demos não devem ser lançadas publicamente, mas podem ser lançadas se o artista ou gravadora assim o decidir.

13. REMIX

Um remix é um trabalho derivado de outra gravação, quase sempre uma que foi lançada anteriormente.

O direito de criar uma obra derivada é um dos seis direitos exclusivos concedidos aos proprietários dos direitos autorais.

Portanto, todos os remixes devem ser licenciados antes de serem lançados para evitar violação.

O áudio é remixado (mixado de forma diferente de antes) por meio da adição, remoção e alteração de aspectos da gravação de som.

14. DJ MIX

Uma mixagem de DJ é normalmente um conjunto de várias músicas mixadas de uma maneira única por um DJ ou produtor.

Este formato tem origem no gênero EDM.

Quando um DJ lança um remix, geralmente é feito sob uma licença de uso mestre dos proprietários da gravadora.

Um DJ não deve tentar lançar uma mixagem sem permissão de uso do master.

15. BOOTLEG

Bootlegs são gravações lançadas sem a permissão adequada.

Eles ganharam popularidade durante os anos 70, quando os gravadores de fita cassete também se tornaram populares.

Os fãs gravavam os shows e depois vendiam as fitas “bootleg”.

Essas gravações são ilegais.

Mais recentemente, alguns álbuns são lançados como “bootleg” por artistas de rap que não querem entregar a música específica para suas gravadoras.

16. SPLIT

Uma faixa dividida é um álbum que inclui músicas de vários artistas. O termo tem origem nos discos de vinil, que teriam uma divisão 50/50, com um artista no lado A e outro no lado B. Esses discos ainda são chamados pelo mesmo nome, apesar do fato de que a “divisão” raramente é mais tangível devido às plataformas de música digital.

17. SAMPLER

Um sampler é uma compilação de canções de vários artistas sob uma única gravadora.

O formato foi introduzido na década de 1960, quando a maioria dos artistas ganhou popularidade por meio de estações de rádio que transmitiam seus singles.

O objetivo de um sampler era ganhar exposição para artistas que lançaram discos LP completos com a venda de um álbum mais barato com muitos outros artistas.

Todos esses podem ser lançados de forma independente ou por uma produtora/gravadora musical.

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